quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O vinho, o azeite e o pão...



Alegria, brilho e sustento...

        O vinho de Deus alegra o coração do homem! Uma alegria que permanece e faz sorrir mesmo quando se quer chorar porque nada mudou ao redor. O milagre não veio quando se acreditou. A bênção maravilhosa ainda está pela metade, no entanto, a alegria continua lá. Não é felicidade! Essa é como o vento. É alegria mesmo! Você levanta de manhã.  Os mesmos afazeres,  o mesmo ir e vir, mas sabe que ela está lá. Parece nocauteado, parece entorpecido... É algo misturado com paz e uma certeza de que está tudo bem, quando está tudo mal. Os olhos enxergam  o bom, no caos.  Não dá pra explicar!
       O azeite de Deus dá brilho a face! É gerado pela santidade depois de um encontro verdadeiro com o Eterno. Perto Dele, a luz é irradiante, faz arder os olhos. É muito forte! Uma separação, por menor que seja, provocada pelas raposinhas que fazem mal a vide que está em flor, se torna fatal e o brilho se vai, tão rápido, como uma manhã de primavera.

      O pão de Deus mata a fome da verdade! Ele alimenta, sustenta e o pouco se torna o bastante. Nele tudo é abundante. O que era fraco se faz forte! O que era prioridade vai para o fim da fila. O que era certo se revela uma mentira. O que era real, não era de verdade, apenas ilusão!

       Você e eu não precisamos de mais e mais... Não precisamos nos consumir neste mundo. 
       Nós temos o vinho, temos o azeite, temos o pão... E isso, todos os dias, a cada amanhecer!

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