terça-feira, 11 de setembro de 2012

A cruz ofende a carne. A carne ofende a Deus.



Texto enviado por minha amiga Âmely O. Zoukan. Uma mulher sensível à voz do Espírito Santo. Nesta palavra Rhema, Âmely  nos faz ver como é difícil obedecer os princípios do Espírito, como buscar a Paz, o Amor, a Longanimidade, a Bondade, a Alegria, a Mansidão, o Domínio Próprio... 
É tão mais fácil seguir as obras da carne, deixar a cruz... O mundo é tão atrativo, é tão colorido, é tão real! As coisas de Deus, muitas vezes, parecem utópicas.
Entendo que para reter o melhor de Deus é preciso ter os olhos Dele e isso é tão complicado!!!! Oh, Deus, abre os meus olhos que eu preciso VER!!!
  
A cruz ofende a carne. A carne ofende a Deus. 
por Âmely
"Para traz de mim, Satanás, que me serve de ofensa; porque não desejas as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens”. A minha carne teria uma reação diferente de Jesus. 
Sentiria-me amada por ter um amigo que de forma tão veemente me quer viva e uma órfã por ter um Pai que me quer morta. O amigo afirma morrer por mim e jamais me abandonar. O Pai se satisfaz na minha crucificação. Não soa paterno.
“Mas em nada vos espanteis dos que resistem o que para eles, na verdade, é indício de perdição, mas para vós, de salvação, e isto é de Deus”. 
Sim é de Deus. É de Deus ver sua carne morta. Ver sua alegria ser o outro na presença de Jesus. Ver Cristo vivo em você. É de Deus ver você completar sua carreira e ir para céu.
“Salvou os outros e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça, agora, da cruz, e creremos nele; confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus”.
 A dor física por ter os pregos e espinhos cravados na pele. Dor emocional, espiritual. Tudo de uma só vez no madeiro. O sentimento de abandono do pai que lhe ofereceu a cruz, a vergonha da nudez, a chacota e as afrontas dos que passavam. Sim, Ele confiou em Deus, sim, Ele salvou muitos, até mesmo pendurado na cruz e através da morte Ele venceu o que tinha o império da morte: o pecado, a carne.
“Cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois havendo a concupiscência concebida, dá a luz o pecado; e o pecado sendo consumado gera a morte”. 
Não é possível herdar o Reino de Deus no pecado, na carne. Um exemplo disso, foi a alegria dos apóstolos que se gloriaram nos irmãos da igreja em Tessalônica:  “... por causa da vossa paciência e fé, e todas as vossas perseguições e aflições que suportais, prova clara do justo juízo de Deus que sejais havidos por dignos do Reino de Deus, pelo qual também padeceis”. 
Para ser digno do Reino dos Céus é preciso ofender a carne, é preciso vencer o império da morte em Cristo.

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