segunda-feira, 7 de maio de 2012

Atrevi-me a chamar-lhe Pai.

“Reconheci ser essa a mesma presença amorosa que havia encontrado naquela tarde fragrante em meu jardim. A mesma presença que muitas vezes havia sentido ao ler a Bíblia.
- Estou confusa, Pai... — disse eu. — Tenho de acertar uma coisa imediatamente — Levei a mão à mesa de cabeceira onde tinha a Bíblia e o Alcorão lado a lado. Apanhei ambos os livros e levantei-os, um em cada mão.

— Qual Pai? — disse eu. — Qual destes é o teu livro?
Então uma coisa admirável aconteceu. Nada igual jamais havia acontecido em minha vida. Ouvi uma voz dentro de mim, uma voz que me falava tão claramente como se eu repetisse as palavras mentalmente. Palavras afáveis, e ao mesmo tempo cheias de autoridade.
— Em qual dos livros você me conhece como Pai?
Respondi: - Na Bíblia.
Era disso que eu precisava. Agora não havia dúvida em minha mente de qual livro era o dele. Olhei para o relógio e fiquei admirada ao descobrir que haviam passado três horas. Entretanto, eu não estava cansada.” 
O trecho acima foi retirado do livro “Atrevi-me a chamar-lhe Pai.” A biografia de uma muçulmana que conheceu Jesus depois de um encontro com a bíblia. Lindo demais!

                                                     

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