terça-feira, 11 de outubro de 2011

Religiosidade

 

Naamã precisou se banhar no rio Jordão por sete vezes para quebrar o orgulho. O problema do oficial do exército da Síria não era a lepra e sim o orgulho. Como existem pessoas nos dias de hoje que continuam leprosas porque não se curvam ao Deus de Israel de forma completa. Deixam que a religiosidade ditem o seu modo de orar, adorar e até de receber o melhor do Senhor para elas.  Deixam de mergulhar naquilo que Deus mandou, se fazem de surdas e a lepra da religiosidade acaba matando essas pessoas.
   Muitas vezes Deus nos manda uma sentença de vida, de vitória, mas a religiosidade nos impede de acreditar no melhor de Deus. Acaz, um dos reis de Israel foi um belo exemplo disso! Seu descendente Ezequias, ao contrário, recebeu uma sentença de morte e clamou a Deus e o Senhor lhe concedeu mais 15 anos de vida.   Duas sentenças diferentes vindas do mesmo Deus, no entanto, o que importou foi o modo como foram recebidas.
  Pare para pensar! Quantas vezes, Deus mandou apenas fazer uma oração específica, um jejum diferente, buscar um irmão para orar, mas a religiosidade não deixou e o maldito orgulho te paralisou, te derrotou. Ou foi um sonho, uma visão, um irmão que você não reconheceu como tal, ou um anjo disfarçado. Mas, como Naamã, você disse: "Tem rios melhores na Síria". Ou como Acaz: "Não vou tentar ao Senhor!" Religioso! Deus só quer a nossa fé em ação, embora se Ele quiser, Ele é Deus, pode nos conceder milagres mesmo sem termos fé, ou pela fé de alguém!  Deus é Deus!
  Essas histórias nos mostram como a religiosidade é perigosa. Por isso, precisamos aprender a ouvir Deus e não importa as circunstâncias seguir a sua direção, seguir o que a sua palavra manda. Com portas abertas, com portas fechadas, na saúde, na doença... Pois, o nosso Pai sempre tem o melhor para nós.

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